Uma metodologia proprietária de reconstrução de sinal que transforma a captura digital em resposta fotoquímica orgânica, desde o inicio do color grading.
Não é uma LUT.
Não é um filtro de filme.
É uma arquitetura de sinal que reconstrói como os pixels respondem à luz antes mesmo de começar o grading, mimetizando a curva característica das emulsões fotoquímicas.
Antes e depois · Sem alteração de exposição e correções de cor
Kodak 2383 Print
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Três problemas reais que diretores de fotografia enfrentam no pipeline digital, e como o DPF resolve cada um deles sem comprometer a latitude do sensor.
Sensores modernos têm latitude extraordinária, mas entregam uma linearidade estéril. O DPF reintroduz a não-linearidade orgânica das emulsões, dando peso às sombras e respiração às altas luzes, sem adicionar filtro sobre a imagem.
A física real da película produz grão colorido, variando independentemente por canal RGB. A maioria das emulações digitais simplifica isso para grão monocromático desde o início, porque sobrevive melhor à compressão. O DPF parte da física correta: grão colorido em duas camadas, negativo e print, como na emulsão real. Para o master de streaming, otimizamos a granulometria para o canal de luminância, que os codecs identificam como detalhe de cena, não como ruído. Você não capitula para o codec desde o início: entrega a verdade fotoquímica e gerencia a saída com inteligência.
O DPF opera sobre o material de câmera original, preservando os metadados e a latitude máxima do sensor. Seu projeto estará pronto para remasterização HDR e futuras tecnologias de exibição sem perda de qualidade.
Envie um trecho de referência e o Marcelo faz um teste sem compromisso. A conversa começa pelo olhar, não pelo orçamento.